Vice-governadora Lígia Feliciano foi recepcionada por Teotônio e Marcelo Bandeira.

A Festa da Luz chegou ao fim já faz alguns dias, mas ainda é assunto em Guarabira.

Isso porque a presidente do Partido Democrático Trabalhista (PDT) de Guarabira, Mônica Bandeira gravou um áudio acusando Antônio Teotônio de “bombar” às custas de um camarote que não era seu, e sim, de Marcelo Bandeira.

Toda confusão e briga de ego acontece por causa de uma pequena repercussão de que o camarote em questão teria “bombado” no dia em que recebeu a visita da vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) e seu esposo, deputado Damião Feliciano (PDT).

A revolta de Mônica, no áudio, é porque a equipe e aliados de Teotônio estaria divulgando que o camarote pertencia a ele, e na verdade era de Marcelo Bandeira.

“O camarote que Nêgo fala que “bombou”, que ficaram lá o tempo que a vice-governadora ficou, foi o nosso camarote! Eu desconheço algum camarote de Teotônio. Conseguimos pulseiras e entregamos ao assessor da vice-governadora. Agora, camarote de Teotônio, não! Como Nêgo diz; “Do Dr. Teotônio bombou”, bombou, mas foi às custas de Marcelo, Bruno e os pais de Sildemberg. O nosso!”, explica Mônica.

O episódio da queixa de Mônica Bandeira ocorre em meio a crescentes rumores de que o marido anda se articulando para abandonar Dr Teotônio, de olho na vaga de vice numa chapa encabeçada pelo MDB, que tem o comando da família Paulino.

Aliados do presidente da Câmara também têm defendido seu nome para concorrer à prefeitura.

Redação