Deus não criou a pandemia do Coronavírus, mas com certeza quando ele permite um mal é em vista de um bem maior. Os antigos também ensinaram: “não há um mal que não traga um bem”. E assim tem ocorrido. Muitas coisas boas temos visto, uma delas é o exercício da fé popular.

Em Pilõezinhos, um dos redutos mais fortes do catolicismo, o padre Joaquim Felipe, depois de ter vivido a experiência do novenário de São Sebastião em janeiro, e ter entendido melhor por que se invoca o santo mártir contra fome, a peste e a guerra, não hesitou em reviver o ano de 1856 quando o povo enfrentou uma grande peste com fé em Deus e em São Sebastião. A peste mudou de nome, mas o propósito da intercessão é a mesmo.

Está de volta a novena de São Sebastião rogando proteção contra a peste que ameaça o povo.

2020 é diferente de 1856 em vários aspectos, mas um deles é providencial: “Desta vez a novena é preventiva. No passado, rezou-se com a peste instalada, hoje, reza-se antes da sua chegada definitiva”.

Rafael San