Procurador aciona Justiça para não perder voos em Campina Grande

Aeroporto Presidente João Suassuna, em Campina Grande (Foto: Leonardo Silva/Jornal da Paraíba/Arquivo)
Aeroporto Presidente João Suassuna, em Campina Grande (Foto: Leonardo Silva/Jornal da Paraíba/Arquivo)

A Procuradoria Geral do Município de Campina Grande, no Agreste paraibano, ingressou na quinta-feira (17) com uma ação na Justiça Federal para evitar que a cidade sofra um colapso de voos. O anúncio foi feito pelo procurador-geral do município, José Fernandes Mariz, depois da confirmação de um impasse entra a Infraero e o proprietário de um posto de combustíveis, que abastece aeronaves no aeroporto João Suassuna.

A princípio, circulou a informação de que a Gol Linhas Aéreas teria dado um ultimato a respeito do abastecimento no aeroporto. Caso o posto não passasse a oferecer combustíveis com bandeira, que seria de maior confiabilidade, a empresa finalizaria as operações na cidade.

Inclusive, uma reunião entre o prefeito Romero Rodrigues, outros políticos e a Gol foi a realizada para resolver o impasse. O encontro foi confirmado por assessores da prefeitura.

Questionada se há a chance de parar de operar na cidade, a empresa limitou-se a dizer em nota que “a Gol não tem a intenção de descontinuar a operação no Aeroporto de Campina Grande”.

O empresário Marcos Guedes, proprietário do posto no aeroporto, foi procurado, mas as ligações não foram atendidas até as 8h30 (horário local) desta sexta-feira (18).

Segundo a procuradoria, a ação já existe no âmbito da Justiça Federal. A demanda judicial surgiu depois que a Infraero suspendeu o contrato de concessão do serviço com a empresa, que não estaria cumprindo cláusulas do contrato. O dono do estabelecimento entrou na Justiça e obteve uma liminar para barrar a suspensão administrativa da Infraero. O objetivo da procuradoria é reverter a decisão.

Do G1 Paraíba

Compartilhe

FOI MANCHETE