
A sentença favorável ao réu já era esperada pelo advogado de defesa Edmundo Canavezzi. “Roberto foi perdoado pela família e esse peso ele vai carregar pelo resto da vida. Os jurados acolheram a minha tese de que não se poderia esperar dele outra atitude senão àquela a qual ele adotou”, afirmou o advogado.
Sete jurados participaram do júri. “Não dá para saber se a decisão foi unânime porque pela atual legislação processual penal quando se atinge o número de quatro votos o juiz encerra a votação”, disse Canavezzi.
O homicídio ocorreu em outubro de 2011. Durante as investigações, a polícia descobriu que Geraldo pediu a Roberto que planejasse um meio de matá-lo, simulando um assalto. Um sobrinho adolescente que morava com a vítima foi a única testemunha.
Para simular o assalto, Roberto invadiu a casa do irmão encapuzado e roubou R$ 800. Geraldo foi atingido no ombro e no pescoço. Em meio às investigações, o sobrinho confessou que tudo tinha sido combinado entre eles.
Fonte: O Dia



