Os empresários do atleta foram ao Parque São Jorge munidos do plano de marketing, econômico, para convencerem o presidente Roberto Andrade.
Realistas, citaram salários de R$300 mil mensais, que se enquadram no padrão do clube, mais parte da arrecadação em ações de marketing feitas pelo jogador.
O dirigente não ficou empolgado, mas foi escutar dirigentes com quem divide as decisões sobre o futebol da agremiação, o que reforçou a ideia de recusar.
A questão era dentro do gramado. Qual tipo de impacto causaria a chegada de alguém que dificilmente treinaria com a mesma intensidade do elenco. Mesmo propenso a não querer o atleta, solicitou o parecer do Tite.
Dispensar a sabedoria do treinador para referendar a contratação de qualquer boleiro, por motivos óbvios, seria pouco inteligente.
Ninguém podia garantir, com plena convicção, que o especialista em formar elenco, implementar esquema tático e tudo mais que diz respeito ao jogo de futebol, não pensaria na maneira de fazer o Ronaldinho agregar algo ao time.
Como os cartolas imaginaram, o maior ídolo atualmente do torcedor referendou o veto ao jogador.



