É bastante perigoso pensar como a maioria da sociedade. Experiente ficar acima da média e resistir à onda de pensamentos. Não foi à toa que alguém disse: “toda a unanimidade é burra” ou “prefiro ser essa metamorfose ambulante a ter aquela velha opinião formada sobre tudo”.
Esse tão badalado 7 de setembro, Dia da Independência do Brasil, jamais aconteceria se seus precursores levassem em conta a média dos pensamentos da época. Leia um panfleto dirigido aos portugueses com milhares de assinaturas em 1822:
“Atrevidos, o Brasil não é escravo; o Brasil quer, e há de querer sempre ser unido a Portugal; mas ele não sofrerá insultos de seu irmão, sendo que mais velho seja, nem teme fantasmas”.
Como se prova nos relatos históricos, o povo desejava continuar sob o comando do Império de Portugal. A separação dos países só aconteceu após a “loucura” de alguns. Às vezes é preciso superar o medo, a tradição e a correnteza dos velhos pensamentos que nos impedem de fazer a travessia para o outro lado do rio.
Fuja da média dos pensamentos! Você pode mais! Seja mais crítico e desconfie quanto todos estão fazendo e dizendo a mesma coisa!
Bom feriado da “Independência”!
Rafael San – Inspirado pela livro “Guia politicamente incorreto da história do Brasil”, de Leandro Narloch.


