A pandemia que estamos vivenciando traz, além de toda sua gravidade, a possibilidade de avaliação dos nossos gestores. Talvez agora nem todos reparem essa questão, mas quando a crise causada pelo coronavírus passar, muitos vão começar a olhar como cada lugar vivenciou a emergência que o momento exigiu e intuitivamente vão mensurar a capacidade de comando dos políticos que estão em mandato, refiro-me aqui, especificamente, aos que chefiam o executivo.
No momento pós-emergência, os cidadãos sem o apavoramento do agora voltarão a pensar como eleitores, e aqui é importante ressaltar que os mais atentos ao processo político fazem isso desde sempre, em qualquer tempo, até mesmo em meio a pandemia. Pois bem, sendo assim, o cidadão-eleitor vai começar a avaliar a capacidade de liderança de seu gestor(a).
Ao avaliar a competência em meio à crise, serão levados em consideração aspectos como as tomadas de decisões, a disposição para enfrentamento de uma crise, a forma de se comunicar, a empatia com os mais vulneráveis e ainda haverá a comparação com políticos da mesma região. Ou seja, aquele tiver sido mais efetivo e dinâmico num momento delicado, sem dúvida se credencia como capaz de liderar e conquista ou ratifica a confiança do seu povo.
Tony Souza – Consultor
Assessoria1 Consultoria e Comunicação
Da Redação Manchete PB



