Vai Brasil!
Todos juntos na
torcida pelo hexa

Vai Brasil!
Todos juntos na
torcida pelo hexa

Membros do MPF querem ver Bolsonaro cumprindo normas de isolamento social contra coronavírus

Um grupo de cinco subprocuradores-gerais da República propôs ao procurador-geral da República, Antônio Augusto Aras, que faça uma recomendação formal ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para que “a implementação e execução de ações de saúde, como também a veiculação de pronunciamentos e informações correlatas, por toda e qualquer autoridade do Poder Executivo Federal, seja realizada de forma coerente e em sintonia com as orientações emanadas das autoridades sanitárias nacionais e da Organização Mundial de Saúde”.
A iniciativa leva em consideração que “o distanciamento de pessoas infectadas ou que podem atuar como vetores, assim como o isolamento social, têm sido apontados como providência mais eficaz, até agora, para diminuir a propagação do vírus”. Aras, aliado de Bolsonaro, é o chefe máximo do MPF, a quem cabe, entre outras atribuições, fiscalizar o próprio presidente da República, garantindo que ele cumpra as normas legais brasileiras e internacionais.
Uma das signatárias do documento é a subprocuradora-geral Deborah Duprat, que Aras retirou do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), sob os protestos de organizações da sociedade civil. Também assinam o documento Luiza Cristina Fonseca Frischeisen, Domingos Sávio Dresch da Silveira, Nívio de Freitas Silva Filho e Antônio Carlos Bigonha.
Subprocurador-geral da República é o posto mais alto da carreira do MPF. Ou seja, o ato é significativo porque mostra um aumento da pressão interna na instituição para que Augusto Aras se mexa.
Também dorme na gaveta do procurador-geral representação para que peça exame de sanidade física e mental do presidente da República.
Do Congresso em Foco

Compartilhe

FOI MANCHETE