
A Polícia Federal (PF) abriu um segundo inquérito para apurar o atentado contra o presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro. Segundo a assessoria da PF, uma possível participação de organização criminosa será investigada.
O atentado contra Bolsonaro ocorreu no último dia 6 durante uma caminhada que ele realizava com simpatizantes de sua campanha em uma das ruas do centro de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Ele foi esfaqueado durante o ato.
Agiu sozinho
Após ouvir mais de 30 pessoas, quebrar os sigilos financeiro, telefônico e telemático de Adélio, o delegado da Polícia Federal Rodrigo Morais e sua equipe não encontraram nenhum indício de que o autor da facada tenha agido a mando de outra pessoa ou de algum grupo.
Para Bolsonaro, o ataque foi um “atentado político” e duvidou que seu agressor, Adélio Bispo de Oliveira, agiu sozinho.
Diante desse fato, Bolsonaro criticou a atuação do delegado. “Eu lamento o que ouvi ele falando. Dá a entender até que age em parte como uma defesa do criminoso. Isso não pode acontecer. Não quero que inventem um responsável. Longe disso. Tal partido… não, mas dá para apurar o caso.”
ManchetePB com Rádio Bandeirantes


