Bem… deixa eu contar uma estorinha aqui… E, como quase todas as estórias, podemos até começar com: “era uma vez, uma cidadezinha encantada repleta de recursos que dava para fazer tudo e, com jeitinho, até um pouco mais…”

Essa era uma das frases mais citadas, e faladas, no período pré-campanha das eleições municipais 2020. E, para situar a estorinha, esse era um fato corriqueiro na minha querida terrinha, dos grandes poetas e bons radialistas, Pilõezinhos. O então pré-candidato pela oposição falava muito isso, nas mais variadas mídias: rádios e redes sociais. Dizia, nos quatro cantos do município, que vinha muito dinheiro para a Prefeitura, e que se tivesse cuidado, daria para fazer muita, mas muita coisa mesmo, e que ainda sobrava outros tantos para fazer um pouco mais. Porém, o que impressiona é ouvir os rumores pela cidade de que, segundo aquele pré-candidato, que se tornou candidato e hoje é gestor do município, a Prefeitura não tem dinheiro para tudo (e esse tudo é fazer o mínimo, tá?). Eram críticas e mais críticas sobre a gestão da ex-prefeita Mônica Cristina. Mas, vamos lá:

A Prefeitura de Pilõezinhos não tinha dinheiro sobrando – isso, de fato, não tinha. Mas sabe o que tinha? Alguém que representava o Poder Executivo que sabia gerir os recursos e os tratava com grande responsabilidade e probidade (qualidade de poucos). Era uma gestora que sabia sim administrar os recursos públicos – fazendo valer o seu suado diploma de formação em Administração, tirado do papel e evidenciado na prática. Poucos lembram (para ser um pouco maleável), mas muitos sabem como Mônica Cristina iniciou sua gestão em 2017. Vamos refrescar a memória?

Então… na virada do ano 2016/2017 entramos no prédio da Prefeitura, uma cena marcante: SEM ENERGIA ELÉTRICA. Motivo? Dívida com a Energisa. A gente não foi atrás de ninguém para encher balões e ornamentar o gabinete – se é que tinha gabinete naquela época (melhor deixar em off). Chaves dos prédios públicos? Melhor deixar quieto. Chaves dos carros? Outro problema. Linha telefônica já estava suspensa há tempo. Motivo? O mesmo da Energisa. A Prefeitura negativada, não podia receber recursos federais, era uma pena. Nem fazer a emissão de cheques, pois acho que até hoje existem cheques por ai que não foram pagos, nem muito menos localizados, da gestão anterior (Nado Mendes – 2013/2016). Salários atrasados. Direitos pagos? Jamais! Compromisso com a cidade? Nenhum. Mas, enfim, isso é apenas um resumo.

A gestão de Mônica, apesar de tão criticada por quem hoje ai está e nada fez de diferente até agora, deu dignidade a muita gente. Usou, com afinco, o termo ISONOMIA. Tratou todos bem, sem haver distinção de quem votou em candidato A, B ou C nas eleições de 2016. Escolheu sua equipe e fez jus ao termo supracitado. Trabalhou por Pilõezinhos como nenhum outro gestor havia feito na história do município. Respeitou, até seu último dia de gestão, os servidores do município, bem como seus fornecedores. Foi leal a sua função mesmo após a derrota nas eleições de 2020. Uma mulher de fibra, forte e exemplo de ser humano e de gestora, que não perdia seu tempo tentando diminuir a imagem de seu oponente. Um exemplo de líder – eu que o diga. Conseguiu, com muita sabedoria e sagacidade, mudar o cenário do município de Pilõezinhos – que há muitas décadas não havia passado sequer uma mínima evolução. Mônica trouxe o asfalto – para a maioria era algo impossível. Lembro que um então vereador, que hoje é secretário na atual gestão, colocou em um grupo de whatsapp a seguinte frase: “o projeto da ponte deu em nada” (inclusive tenho a imagem da afirmação do ex-vereador). E hoje a ponte está ai, grande e com um espaço que dispensa comentários, no centro da nossa cidade. Além de ampliar o centro, foi cenário da MAIOR FESTA DE SÃO SEBASTIÃO que Pilõezinhos já realizou, em todos os quesitos: estrutura, segurança, organização, estratégia, atração, fluidez no trânsito, e tantas outras coisas mais. 1/3 de férias? Algo nunca visto antes, até Mônica ser prefeita. Valorizando os servidores, ISSO ERA UM FATO.  Vou deixar isso como um resumo, pois se eu for citar as coisas aqui, o texto fica um pouco grande – se é que já não está rsrs.

Para a atual gestão, foi tudo diferente. Mônica saiu e não deixou dívida. Muito pelo contrário, deixou dinheiro em conta. Esse ano não teve Festa de São Sebastião, o que facilita ainda mais para um melhor gerenciamento nos recursos públicos e, por tabela, ajudar muito mais pessoas. Claro que, por vezes, passar em frente a Prefeitura de Pilõezinhos às vezes dá até um certo medo – se é que essa é a palavra. Pois é tanto carro de luxo que até assusta um pouco, tendo em vista que o liso era a bola da vez, e a elite era “o vilão” da história. Hoje, claro que para alguns ainda está muito prematuro, não vejo nada de evolução em comparação há alguns meses atrás. Mudança pode haver – sem dúvidas. Mas para melhor, ainda hei de esperar. Pois como participei, de forma ativa e direta, de uma grande gestão, e conheço ponto por ponto, sei, de certa forma, do que estou falando. Pois, meu objetivo não é atingir ninguém, mas sim mostrar o lado da moeda que todos sabem, porém alguns ainda se fazem de inocente. Esperando a tão sonhada luta que por Pilõezinhos valia a mudança, pois pela propaganda que era feita, ainda não disse, nem mostrou, para que veio. Sei que essas poucas linhas vão “cutucar” os monstros de algumas pessoas, mas já dizia Martin Luther King: “Para criar inimigos não é necessário declarar guerra, basta dizer o que pensa”.

Por enquanto vou ficando por aqui… esperar o próximo capítulo dessa temporada de “Vou mostrar como se faz, porque quem estava não tinha noção do que deveria ser feito”.

Até breve…